quinta-feira, 10 de junho de 2021

Algumas dicas de CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS para ler antes da prova!

 CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS (DCNS)

01 - As Diretrizes, fundamentadas na Constituição Federal, na LDB e demais leis que buscam organizar e qualificar a Educação Básica do país, definem-se como um conjunto de princípios, fundamentos e procedimentos capazes de orientar as escolas brasileiras na organização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostas pedagógicas.

02 - Portanto, a comunidade escolar é a autora da proposta que visa educar e ensinar os sujeitos do direito à educação entre 0 e 17 anos, assim como os adultos participantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

03 - O desafio das Diretrizes é diminuir ou eliminar o distanciamento existente entre as várias propostas pedagógicas e a sala de aula.

04 - A comunidade escolar tem responsabilidade direta na construção, implementação e avaliação do currículo de estudos e experiências de educação e ensino.

05 – Currículo é o conjunto de práticas que proporcionam a produção, a circulação e o consumo de significados no espaço social e que contribuem, intensamente, para a construção de identidades sociais e culturais. ”

06 - Os componentes curriculares, ou de ação educativa, têm nomes, tanto na base nacional comum quanto na dimensão diversificada.

07 - Os conhecimentos em torno dos quais se deram abordagens, diálogos e atitudes variadas reforçam o valor de aprender e induzem ao pensamento autônomo e libertador.

08 - A Educação Básica se divide em etapas e modalidades, distintas e com objetivos específicos, compreendida a riqueza humana das idades e suas potencialidades, bem como as possibilidades concretas dos equipamentos e suas comunidades.

09 - O Ensino Fundamental de 9 (nove) anos constrói a graduação do primeiro e do segundo ciclo e acompanha as transformações de sentimentos, atitudes psicossociais e atos de conhecimento da criança e do pré-adolescente.

10 - As Diretrizes apresentam as 5 (cinco) grandes experiências curriculares, gradativas e crescentes do Ensino Fundamental: o desenvolvimento da capacidade de aprender; a consecução plena da alfabetização; a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da economia, das tecnologias, das artes e das culturas;  o desenvolvimento das capacidades de observar fenômenos, compulsar dados, problematizar situações, analisar processos e funções e o fortalecimento dos vínculos de família.

11 - O PPP, como se sabe, se articula ao Plano Municipal de Educação e este aos Planos Estaduais e Nacional.

12 - Em suma, as Diretrizes propõem às unidades escolares seis atitudes capazes de garantir a autonomia escolar, a escritura de um currículo original e a demonstração de direitos da comunidade:

a) realizar diagnóstico adequado dos sujeitos do processo educativo e seu território de inserção;

b) desenvolver concepções de conhecimento, aprendizagem e avaliação e “encarná-las” no PPP, com visão crítica para futuras mudanças;

c) precisar a qualidade social da educação na unidade circundada por realidade conhecida e considerada na gestão escolar;

d) refletir criticamente sobre os resultados das avaliações externas e manifestar-se a respeito dessas formas de avaliação como contribuição da unidade escolar;

e) trabalhar curricularmente para a garantia do acesso, permanência e superação das reprovações;

f) ampliar a democratização das relações de trabalho, pesquisa conjunta, presença da “sociedade” do entorno, decisões colegiadas, construção de projetos, trabalho em sala de aula, formação e avaliação.

13 - As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

14 - Elementos constitutivos para a organização das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica

• Projeto Político Pedagógico e Regimento Escolar

• Avaliação

- Avaliação da aprendizagem

- Avaliação institucional (interna e externa)

- Avaliação de redes da Educação Básica

• Gestão democrática e organização da escola

• O professor e a formação inicial e continuada

15 - A expressão da identidade de cada escola em um processo dinâmico de discussão, reflexão e elaboração contínua.

 

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

 

16 - O PPP é um DOCUMENTO que tem por objetivo apontar um rumo, uma direção, um norte para uma obrigação coletiva.

17 – Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica''.

18 - O PPP, feito em coletividade é um documento que deve apontar um rumo, uma direção e como ensina Veiga, deve também, explicitar os fundamentos teóricos, fundamenta-se na unicidade teoria e prática estabelecidas em parâmetros curriculares, ações conscientes e organizadas da escola, tendo como pressuposto a reflexão coletiva que articule a escola, família e comunidade.

19 - O PPP deve ser feito a partir do diálogo entre as diferentes esferas da comunidade escolar a fim de organizar e planejar o trabalho administrativo-pedagógico, buscando soluções para os problemas que são diagnosticados.

20 - O PPP é norteado por cinco princípios:  1- IGUALDADE; 2- QUALIDADE; 3- GESTÃO DEMOCRÁTICA; 4- LIBERDADE; 5- VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO.

21 - Na LDB estão inclusos, em destaque, três grandes eixos relacionados à construção do PPP:

- O eixo da flexibilidade está vinculado à autonomia, possibilitando que a escola organize seu próprio trabalho pedagógico.

 

- Eixo de avaliação que reforça um aspecto importante a ser observado nos diversos níveis do ensino público.

 

- O eixo da liberdade que se expressa no âmbito do pluralismo de ideias e concepções pedagógicas e da proposta de gestão democrática do ensino público, que será definida em cada sistema de ensino.

FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA

22 - A função social da escola é o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas do indivíduo, capacitando-o a tornar um cidadão, participativo na sociedade em que vivem.

23 - A finalidade da escola é adequar as necessidades individuais ao meio social e, para isso, ela deve se organizar de forma a retratar, o quanto possível a vida. A adaptação do aluno ao meio acontece por meio de experiências que integram os interesses do aluno e as exigências sociais.

24 - O contexto sociocultural da instituição enquanto escola, fornece a base para as relações humanas, além do desenvolvimento das capacidades cognitivas em sua fase inicial, e, especialização do indivíduo para exercer sua cidadania.

25 - O conhecimento escolar, na concepção construtivista, se tornará significativo para as classes desfavorecidas, quando a escola conseguir fazer a relação entre o saber sistematizado com o conhecimento que o aluno traz para a escola.

26 - A comunidade escolar é formada por professores e profissionais que atuam na escola, por alunos matriculados que frequentam as aulas regularmente e por pais e/ou responsáveis dos alunos.

27 - A democratização da gestão educacional é um princípio importante da educação brasileira e está vinculado à função social da escola.

 PLANEJAMENTO ESCOLAR

28 - O planejamento escolar é um plano elaborado periodicamente para definir as atividades futuras da escola. No entanto, além das questões que podem parecer meramente burocráticas — como distribuição dos conteúdos pela grade de horários, definição das turmas, elaboração do calendário escolar, etc.

29 - Ao realizar seu planejamento, a escola define qual o tipo de formação vai oferecer e organiza as etapas do trabalho a ser realizado, o que servirá de eixo condutor aos professores de diferentes componentes curriculares.

30 - O planejamento escolar deve ser estruturado e articulado através de três níveis: o planejamento da escola, o plano de ensino ou plano curricular e o plano de aula.

31 - O planejamento da escola é o plano integral da instituição composto pelos referenciais que dizem respeito aos objetivos e metas estabelecidas para cada uma das dimensões de gestão da escola: pedagógica, administrativa, recursos humanos, recursos financeiros e resultados educacionais.

32 - Planejar o processo educativo significa, portanto, organizar, racionalizar e coordenar a ação docente visando à articulação entre os programas curriculares (oficiais ou de redes privadas), a prática da sala de aula e as problemáticas inerentes ao contexto social e cultural onde cada instituição está inserida.

33 - Tipos e Níveis de Planejamento

Não se pretende, aqui, explorar e esgotar todos os tipos e níveis de planejamento, mesmo porque, é impossível enumerar todos tipos e níveis de planejamento necessários à atividade humana. Vamos nos deter, então, nos que são essenciais para a educação:

a) Planejamento Educacional – também denominado Planejamento do Sistema de Educação, é o de maior abrangência, correspondendo ao planejamento que é feito em nível nacional, estadual ou municipal. Incorpora e reflete as grandes políticas educacionais.

b) Planejamento Escolar ou Planejamento da Escola – atividade que envolve o processo de reflexão, de decisões sobre a organização, o funcionamento e a proposta pedagógica da instituição. É um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.

c) Planejamento Curricular – é o processo de tomada de decisões sobre a dinâmica da ação escolar. É previsão sistemática e ordenada de toda a vida escolar do aluno. Portanto, essa modalidade de planejar constitui um instrumento que orienta a ação educativa na escola, pois a preocupação é com a proposta geral das experiências de aprendizagem que a escola deve oferecer ao estudante, através dos diversos componentes curriculares.

d) Planejamento de Ensino – é o processo de decisão sobre a atuação concreta dos professores no cotidiano de seu trabalho pedagógico, envolvendo as ações e situações em constante interações entre professor e alunos e entre os próprios alunos.

É importante esclarecer que do planejamento resultará o plano.

34 – Existem três concepções de planejamento: planejamento como princípio básico; planejamento instrumental normativo; e planejamento participativo.

35 – Planejamento prático: feito informalmente pelo professor. Tem como foco a tarefa a ser desenvolvida na sala.

36 – Planejamento instrumental normativo:  é o planejamento aplicado na tendência tecnicista da educação, de caráter cartesiano e positivista. Limita-se ao preenchimento de formulários.

 

37 – Planejamento participativo: construído com a participação de atores, incluindo os próprios alunos. Compreender a realidade e participação nos processos educativos.

 

38 – Planejamento da educação tem duas dimensões: política e técnica.

 

39 - A dimensão política, na prática pedagógica, diz do reconhecimento da ação educativa como processo histórico, portanto, que possibilita dar consciência aos exercícios de poder que se efetivam na educação.

 

40 – A dimensão técnica, ou saber técnico é aquele que permite viabilizar a execução do ensino, é o saber fazer a atividade profissional. No caso da prática do planejamento educacional, o saber técnico determina a competência para organizar as ações que serão desenvolvidas com visando à aprendizagem dos alunos.

 

41 - O regimento escolar e o Projeto Político Pedagógico (PPP) são documentos fundamentais para as escolas, pois contam com as normas e os objetivos de cada instituição. Eles devem orientar todos os educadores, as metodologias adotadas e também as relações entre os estudantes.

 

42 - O regimento escolar é um documento obrigatório em todas as escolas brasileiras. Ele determina, normatiza as ações das instituições de ensino e deve seguir a legislação para a educação.

 

43 - Os princípios do PPP são: igualdade, qualidade, gestão democrática, liberdade/autonomia e valorização do magistério. Esses possuem um caráter permanente e fundamentado nas ações pedagógicas.

 

44 - PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROJETO PEDAGÓGICO - LEI nº 9.394/, art. 3º

 

I. igualdade de condições para acesso e permanência na escola;

 

II. liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;

 

III. pluralismo de ideias e concepções pedagógicas;

 

IV. respeito a liberdade e apreço a tolerância;

 

V. coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;

 

VI. gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;

 

VII. valorização do profissional da educação escolar;

 

VIII. gestão democrática do ensino público, na forma desta lei e da legislação do sistema de ensino;

 

IX. garantia do padrão de qualidade;

 

X. valorização da experiência extracurricular;

 

XI. vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais”.

 

45 - Segundo pesquisadores, a elaboração do PPP deve abarcar: missão, clientela, dados sobre a aprendizagem, relação com as famílias, recursos, diretrizes pedagógicas e plano de ação.

 

46 - De acordo com Saviani, os cinco princípios norteadores do Projeto Político Pedagógico (PPP), são os seguintes: igualdade, qualidade, gestão democrática, liberdade/autonomia e valorização do magistério.

 

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO

 

47 - O planejamento participativo é o processo que envolve a organização do trabalho em grupo de uma instituição escolar. Também tem como base o trabalho coletivo com objetivo de solucionar os problemas comuns existentes no meio social.

 

48 - Podemos identificar três fases do processo de construção, dentro do planejamento participativo:

 

- A preparação do plano escolar,

 

- O acompanhamento da execução das operações pensadas no plano escolar,

 

- A revisão de todo o processo.

 

49 - Para a elaboração de um planejamento participativo, primeiramente deve-se fazer com que os problemas a serem tratados pelo Plano partam da comunidade escolar. Após o levantamento de dados desse problema apontado também por todos os seguimentos da escola, torna-se necessário nomeá-los e hierarquizá-los, priorizando aqueles mais voltados para a comunidade escolar.

 

50 - O planejamento participativo contribui para que os envolvidos se sintam corresponsáveis pelo que acontece na escola.

 

51 - Os sujeitos do planejamento participativo integram o objeto sobre o qual se propõem a refletir e sua participação torna-os mais sensíveis para com as necessidades da escola.

 

52 - O acompanhamento do planejamento permite que se realizem alterações nas estratégias ou ações previstas durante a execução para corrigir o rumo do processo, visando o alcance dos objetivos.

 

CURRÍCULO

 

53 - O currículo é uma construção dos saberes, bem como o envolvimento entre os sujeitos, pois ele interage em um determinado contexto construído pelas experiências, atividades, métodos e meios com o objetivo de cumprir os interesses de um grupo hegemônico, que pretende controlar as pessoas (pais, professores, alunos, comunidade, etc.

 

54 - O planejamento de ensino possui componentes básicos que são: os objetivos, o conteúdo, procedimento de ensino, recursos de ensino e avaliação. Esses objetivos são divididos em educacionais e instrucionais.

 

55 - Aprendizagem é o processo pelo qual as competências, habilidades, conhecimentos, comportamento ou valores são adquiridos ou modificados, como resultado de estudo, experiência, formação, raciocínio e observação. Aprendizagem humana está relacionada à educação e desenvolvimento pessoal.

56 - 6 etapas do processo de aprendizagem

 

Conhecer (apontar, definir, enunciar, …)

Compreender (descrever, discutir, esclarecer, … )

Aplicar (demonstrar, dramatizar, empregar, … )

Analisar (calcular, classificar, comparar, …)

Sintetizar (articular, compor, criar, … )

Avaliar (avaliar, validar, escolher, …

57 - Relação professor-aluno segundo Vygotsky. A relação educador x educando não deve ser uma relação de imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de respeito e de crescimento. O aluno deve ser considerado como um sujeito interativo e ativo no seu processo de construção de conhecimento.

58 - Para Piaget a aprendizagem do estudante será significativa quando esse for um sujeito ativo. Isso se dará quando a criança receber informações relativas ao objeto de estudo para organizar suas atividades e agir sobre elas.

59 - A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que regulamenta quais são as aprendizagens essenciais a serem trabalhadas nas escolas brasileiras públicas e particulares de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio para garantir o direito à aprendizagem e o desenvolvimento pleno de todos os estudantes.

60 - A Base Nacional Comum Curricular é um documento que determina as competências (gerais e específicas), as habilidades e as aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver durante cada etapa da educação básica – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. A BNCC também determina que essas competências, habilidades e conteúdos devem ser os mesmos, independentemente de onde as crianças, os adolescentes e os jovens moram ou estudam.

61 - A Base não deve ser vista como um currículo, mas como um conjunto de orientações que irá nortear as equipes pedagógicas na elaboração dos currículos locais. Esse documento deve ser seguido tanto por escolas públicas quanto particulares.

62 - A criação de uma Base Nacional Comum Curricular tem o objetivo de garantir aos estudantes o direito de aprender um conjunto fundamental de conhecimentos e habilidades comuns – de norte a sul, nas escolas públicas e privadas, urbanas e rurais de todo o país.  Dessa forma, espera-se reduzir as desigualdades educacionais existentes no Brasil, nivelando e, o mais importante, elevando a qualidade do ensino.

63 - A Base Nacional Comum Curricular foi estruturada em competências.

64 - A BNCC é dividida entre a Base Comum e a parte diversificada. O objetivo da segunda parte é enriquecer e complementar a parte comum. A ideia é inserir novos conteúdos aos currículos que estejam de acordo com as competências estabelecidas pela BNCC e também com a realidade local de cada escola.

65 - É importante lembrar que a Base Comum deve ser contemplada, em sua totalidade, nos currículos escolares, enquanto a parte diversificada pode corresponder a até 40% dos conteúdos.

66 - A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que pretende nortear o que é ensinado nas escolas do Brasil inteiro, englobando todas as fases da educação básica, desde a Educação Infantil até o final do Ensino Médio.

67 - A BNCC não consiste em um currículo, mas em um documento norteador e uma referência única para que as escolas elaborem os seus currículos.

68 - A Base prevê que os estudantes devem desenvolver competências cognitivas e socioemocionais para sua formação ao longo da educação básica. São 10 as competências gerais determinadas pela BNCC e consideradas fundamentais para os estudantes.

 

Professor Eduardo Galante

 

Um pouquinho de informação sobre CHAPADÃO DO CÉU - GO

 CHAPADÃO DO CÉU

Pessoal, essa cidade fica bem próxima do Parque Nacional das Emas. Vale a pena conhecer!

CONHECIMENTOS GERAIS

01 -  Chapadão do Céu se destaca mais uma vez no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) que avalia o desenvolvimento socioeconômico dos municípios brasileiros.

02 - O alto desenvolvimento socioeconômico é o que destaca a cidade de Chapadão do Céu. De acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o município é o mais desenvolvido de Goiás e o 72º do País.

03 - A nota geral do IFDM de Chapadão do Céu foi de 0,85. Resultado das somatórias de 0,98 em Educação, 0,85 em Saúde e 0,71 em Emprego e Renda. De acordo com os dados da Firjan, apenas 7,9% dos municípios brasileiros têm alto índice de desenvolvimento.

04 - A economia da cidade, muito baseada no agronegócio.

05 - É importante lembrar que Chapadão do Céu se destaca ainda entre os municípios mais bem administrados do País. De acordo com o levantamento “IGM – CFA de Governança Municipal, Chapadão do Céu apresenta o segundo melhor índice de Goiás e o 23º do País.

06 - Em 2018, o salário médio mensal era de 2.5 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 38.4%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 23 de 246 e 8 de 246, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 602 de 5570 e 196 de 5570, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 28.4% da população nessas condições, o que o colocava na posição 241 de 246 dentre as cidades do estado e na posição 4969 de 5570 dentre as cidades do Brasil.

07 - Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]: 93,3 %  - IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental (Rede pública) [2017] 6,7  - IDEB – Anos finais do ensino fundamental (Rede pública) [2017]      - 5,8.

08 -   Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]: 0,742.

09 - A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 20.30 para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 0.8 para cada 1.000 habitantes. Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 1 de 246 e 115 de 246, respectivamente. Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 1 de 5570 e 2710 de 5570, respectivamente.

10 - Apresenta 70.5% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 91.5% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 1.9% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 16 de 246, 85 de 246 e 121 de 246, respectivamente. Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 1366 de 5570, 1345 de 5570 e 4123 de 5570, respectivamente.

11 - Região intermediária [2020] - Rio Verde; Região imediata [2020] - Jataí-Mineiros; Mesorregião [2020] - Sul Goiano; Microrregião [2020] - Sudoeste de Goiás.  

12 – História: Foi por volta de 1910 que chegou à região do sudoeste goiano a família Garcia, da qual descendem Alberto Rodrigues da Cunha e Nadir Garcia Cunha.

Em 1947, ele começou a explorar as terras da família e, em 21 de agosto de 1982, juntamente com seus filhos, abriu um loteamento urbano, lançando a pedra fundamental da cidade.

Nascia Chapadão do Céu, nome escolhido pelo fundador devido à ilusão de ótica ao se olhar para a cidade à distância, parecendo vê-la flutuar num imenso lago no horizonte.

Formação Administrativa

Elevado à categoria de município com a denominação de Chapadão do Céu (ex-povoado), pela Lei Estadual n.º 11.398, de 16-01-1991, desmembrado de Aporé. Sede no atual distrito de Chapadão do Céu. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.

Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2018.

13 - Chapadão do Céu é uma cidade de Estado do Goiás. Os habitantes se chamam chapadenses. O município se estende por 2 185,1 km² e contava com 10 167 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 4,7 habitantes por km² no território do município. Chapadão do Céu se situa a 40 km a Norte-Leste de Chapadão do Sul a maior cidade nos arredores. Situado a 797 metros de altitude, de Chapadão do Céu tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 18° 25' 18'' Sul, Longitude: 52° 33' 10'' Oeste. Chapadão do Céu é o lar do Parque Nacional das Emas.

14 - Fundada em 1982 a partir de uma agrovila criada no entorno da Fazenda Santa Amélia, dedicada sobretudo à pecuária de corte, Chapadão do Céu fazia parte da vizinha goiana Aporé, que, por sua vez, se emancipou de Jataí em 1958. A agrovila nasceu na década de 70, e na época começou a crescer justamente por conta da crise fundiária da região Sul e da chegada de produtores principalmente do Paraná e do Rio Grande do Sul.

15 - Clima Chapadão do Céu  Clima tropical com estação seca (Classificação climática de Köppen-Geiger: Aw).

16 - Parque Nacional das Emas, Chapadão do céu é o principal portal de entrada para a maior área preservada do bioma cerrado em todo o planeta: O Parque Nacional das Emas, com uma riquíssima variedade de flores, plantas, animais, e centenas de pássaros, além de paisagens belíssimas.

17 - Quem possui bom gosto e tem faro refinado para bons destinos turísticos, sem dúvida alguma pode encontrar em Chapadão do Céu um local ideal para conhecer e passar alguns dias de férias. Isso porque a cidade possui inúmeros atrativos que com toda a certeza podem e vão conquistar o seu coração e o de toda a sua família. São pontos turísticos que enchem os olhos e que proporcionam uma extrema sensação de bem-estar a todos os que os conhecem já que esbanjam luxo, sofisticação e muita beleza: Canyon do Rio Sucuriú; Lago das Garças (Rio Água Amarela); Morro do Pião / Serra Azul; Parque Nacional das Emas. Praia do Remanso (Rio Prata).

18 - A cidade tem Clima tropical de altitude, sendo considerada uma das cidades mais frias do Estado. Sua população estimada em 2020 foi de 10 486 habitantes e uma área de 2.185,124 km². Abriga parte do Parque Nacional das Emas. A principal atividade econômica é a agropecuária e a agroindústria.

19 – Símbolos: brasão, bandeira e hino.

20 - O Brasão do Poder Legislativo Municipal divide-se em 6 partes: 1 - Escudo em formato português que atende às nossas origens históricas, uma vez que nosso país foi descoberto e colonizado pelos portugueses. 2 - Este escudo está partido em verde e amarelo, pois trata-se, no conjunto, de um brasão nacional. 3 - Vê-se ao centro a constelação do cruzeiro do Sul, adotado neste brasão por representar a formação cristã do povo brasileiro. Pouco importando a religião de cada um, somos um povo eminentemente cristão. 4 - Barrete Frígio (ao alto do escudo) - Trata-se de um chapéu usado pelos revolucionários, na revolução francesa, no ano de 1789. Como aqueles revolucionários não tinham uniformes, eram identificados pelo uso deste barrete. Como na época fui destituído o regime imperial e implantado o republicano, referido barrete foi adotado pela ciência heráldica como símbolo do regime republicano que é o que rege nosso País. 5 - Ladeando o mapa do Brasil, duas varas, sendo uma vermelha e outra branca. Na Roma antiga, quando o imperador escolhia seus "Ediles Romanus", donde veio a palavra EDIL, dava-lhes duas varas como símbolo do poder de legislar e julgar. Os Vereadores ou Edís daquela época, sempre conduziam consigo uma destas varas. Levava a vermelha quando transitava em sua cidade e a branca quando viajava por outras cidades do império romano. 6- Finalmente o dístico "O Poder Unido é Mais Forte" que procura conscientizar os Senhores Vereadores da força política que eles representarão, quando realmente se unirem.

21 - Foi por volta de 1910 que chegou à região do sudoeste goiano a família Garcia, da qual descendem Alberto Rodrigues da Cunha e Nadir Garcia Cunha. Em 1947, ele começou a explorar as terras da família e, em 21 de agosto de 1982, juntamente com seus filhos, abriu um loteamento urbano, lançando a pedra fundamental da cidade. Nascia Chapadão do Céu, nome escolhido pelo fundador devido à ilusão de ótica ao se olhar para a cidade à distância, parecendo vê-la flutuar num imenso lago no horizonte.

A força da terra atraía mais e mais famílias para a região, vindas de todas as partes do país para trabalhar na agricultura.

Emancipado em 1991, o primeiro governo municipal instalou-se em 1º de janeiro de 1993, tendo o fundador Alberto Rua Cunha como primeiro prefeito e Pedro R. Guerini, seu vice.

Gentílico: céu-chapadense

Prof Eduardo Galante

CORREÇÃO DAS QUESTÕES DE LEGISLAÇÃO DA PROVA DE SOLDADO DA PMTO - 06 JUN 2021

 Olá pessoal, tudo bem? Aqui está a correção das questões de legislação da prova de soldado da PMTO aplicada no dia 6 jun 2021. 

Ótimos estudos. 

@professoreduardogalante (instagram e youtube) 


COMENTÁRIOS DA PROVA PMTO – 06 JUN 2021 

NORMAS PERTINENTES A PMTO – QUESTÕES 46 A 55 – SOLDADO 

Olá pessoal. Todos bem? Estou muito feliz. Todas as questões da prova forma abordadas no nosso curso, inclusive várias delas foram tema da nossa revisão. Com isso, espero que tenham tido muito sucesso na prova objetiva e já projetem uma preparação com potência máxima para as próximas fases. Nesse contexto, alguns alunos me mandaram mensagens pedindo informações sobre a possibilidade de alguns recursos. Vamos lá. Ao analisar a prova não vislumbrei a possibilidade da impetração de um recurso. A prova foi bem delineada e não apresentou surpresas. Vamos comentar as questões?  

 

46. A competência para realizar o Comando, a Chefia, a Assessoria e a Direção das Unidades que compõem a estrutura organizacional da Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO) e a competência para, sem prejuízo da atividade operacional, exercer as atividades administrativas, além de outros encargos próprios da carreira militar, são, respectivamente, dos oficiais integrantes do:

 

A) Quadro de Oficiais de Administração (QOA) e do Quadro de Oficiais de Administração da Saúde (QOAS). 

B) Quadro de Oficiais de Administração da Saúde (QOAS) e do Quadro de Oficiais de Administração (QOA). 

C) Quadro de Oficiais da Polícia Militar (QOPM) e do Quadro de Oficiais Especialistas. (QOE). 

D) Quadro de Oficiais de Administração (QOA) e do Quadro de Oficiais Especialistas (QOE). 

E) Quadro de Oficiais da Polícia Militar (QOPM) e do Quadro de Oficiais de Administração (QOA).


Resposta: E. Nos termos do Art. 28, § 3º, incisos I e IV, da Lei Complementar nº 128/21.

 Art. 28. Os profissionais da PMTO compreendem:

 § 3º Compete aos Oficiais do:

 I - QOPM: realizar o comando, a chefia, a assessoria e a direção das unidades que compõem a estrutura organizacional da PMTO;

 IV - QOA: sem prejuízo da atividade operacional, exercer as atividades administrativas, além de outros encargos próprios da carreira militar.

 47. Suponha que três policiais militares do estado do Tocantins tenham sido punidos disciplinarmente: Pedro, com prisão; João, com reforma disciplinar; e Lucas, com demissão. Nessa situação hipotética,  

 A) as punições aplicadas a Pedro e Lucas foram igualmente de maior gravidade.

 B) as punições aplicadas a João e Lucas foram igualmente de maior gravidade.

 C) a punição aplicada a João foi a de maior gravidade.

 D) a punição aplicada a Lucas foi a de maior gravidade.

 E) as punições aplicadas a Pedro e João foram igualmente de maior gravidade.

Resposta: D. Nos termos do Art. 13, § 6º, inciso VI, da Lei nº 2.578/12.

 VI - As punições disciplinares a que estão sujeitos os militares são as seguintes, em ordem de gravidade crescente:

a) advertência;

b) repreensão;

c) detenção;

d) prisão;

e) reforma disciplinar;

f) demissão.

 

48. A carreira militar estadual no estado do Tocantins é privativa do pessoal,  

 A) da ativa e da reserva remunerada.

 B) em serviço e na reserva remunerada.

 C) em serviço na ativa, reserva remunerada e reformados.

 D) da ativa somente.

 E) da ativa em serviço e da reserva remunerada.

 Resposta: D. Nos termos do Art. 7º, parágrafo único, da Lei nº 2.578/12.

 Art. 7º, Parágrafo único. A carreira militar estadual é privativa do pessoal da ativa.

 49. Marcos, Fernando, Gustavo e Vagner são policiais da ativa da PMTO.

 Marcos tem 28 anos de idade e foi promovido a 2º sargento em 1º/6/2019. Sua promoção a 3º sargento ocorrera em 1º/6/2013;

 Fernando tem 29 anos de idade e foi promovido a 2] sargento em 1º/6/2020. Sua promoção a 3] sargento ocorrera em 1º/6/2012;

 Gustavo tem 28 anos de idade e foi promovido a 2º sargento em 1º/6/2019. Sua promoção a 3] Sargento ocorrera em 1º/6/2019.

 Vagner tem 29 anos de idade e foi promovido a 2º sargento em 1º/6/2019. Sua promoção a 3º sargento ocorrera em 1º/6/2013.

 Nessa situação hipotética, na ordem decrescente de precedência hierárquica estão os policiais

 A) Marcos, Gustavo, Vagner e Fernando.

 B) Vagner, Marcos, Gustavo e Fernando.

 C) Gustavo, Vagner, Marcos e Fernando.

 D) Fernando, Vagner, Marcos, Gustavo.

 E) Marcos, Fernando, Gustavo e Vagner. 

 Resposta: B. Nos termos do Art. 16, §§ 1º e 2º, da Lei nº 2.548/12.

 Art. 16. A antiguidade, em cada posto ou graduação, é contada a partir da data da assinatura do ato da respectiva inclusão, promoção, nomeação, declaração, ou reinclusão salvo quando taxativamente for fixada outra data ou critério estabelecido em lei.

 § 1º A precedência entre militares da ativa, do mesmo grau hierárquico, é assegurada pela antiguidade no posto ou na graduação, salvo nos casos de precedência funcional estabelecida em lei ou regulamento.

 § 2º No caso de ser igual a antiguidade referida no caput deste artigo, a antiguidade é estabelecida:

I - entre os militares do mesmo quadro, mediante classificação final e geral do respectivo curso de formação ou habilitação;

II - nos demais casos, com base nos postos ou nas graduações anteriores. No desempate da antiguidade, recorre-se, sucessivamente, aos graus hierárquicos anteriores, à data da inclusão e à data de nascimento para definir a precedência e, neste último caso, os mais velhos serão considerados mais antigos;

 

PRECEDÊNCIA NA ATIVA

MILITARES

IDADE

2º SARGENTO

3º SARGENTO

MARCOS

28 ANOS

1/6/2019

1/6/2013

FERNANDO

29 ANOS

1/6/2020

1/6/2012

GUSTAVO

28 ANOS

1/6/2019

1/6/2014

VAGNER

29 ANOS

1/6/2019

1/6/2013

 Precedência em ordem decrescente: VAGNER, MARCOS, GUSTAVO e FERNANDO

 50. Segundo o Estatuto dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins, é preceito e dever da ética militar:   

A) o aprimoramento técnico profissional.

B) o orgulho do militar pela organização a que serve.

C ) amar a verdade como fundamento da dignidade.

D) o civismo e o culto das tradições históricas.

E) a fé na elevada missão da corporação.

 Resposta: C. Art. 33, Inc. I, da Lei nº 2.578/12.

A) Art. 32. Inciso VI. É manifestação essencial do valor militar:

B) Art. 32. Inciso IV. É manifestação essencial do valor militar:

C) Nos termos do Art. 33, inciso I, da Lei nº 2.578/12. Art. 33. O sentimento do dever, o denodo militar e o decoro da classe impõem, a cada um dos integrantes da Corporação, condutas moral e profissional irrepreensíveis, com a fiel observância dos seguintes preceitos e deveres da ética militar: I - amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade;

D) Art. 32. Inciso II. É manifestação essencial do valor militar.

E) Art. 32. Inciso III. É manifestação essencial do valor militar.

51. A Seção do Estado-Maior do Comando-Geral da Polícia Militar do Estado de Tocantins responsável pelo planejamento das matérias relativas à logística e à infraestrutura da corporação é a:   

A) 4ª Seção.

B) 5ª Seção.

C) 1ª Seção.

D) 2ª Seção.

E) 3ª Seção.

Resposta: A. Nos termos do Art. 15, § 1º, inciso IV, da Lei Complementar nº 128/21.

Art. 15. O Estado Maior Geral é responsável perante o Comandante-Geral por ações de planejamento, estudo, orientação, coordenação, fiscalização e controle das atividades da PMTO, cabendo-lhe a formulação de diretrizes, ordens e normas gerais de ação do Comandante-Geral no acionamento das unidades administrativas de apoio, de execução e especiais, no cumprimento de suas missões.

§1º O Estado Maior é composto pelas seguintes seções:

IV – 4ª Seção (PM/4): responsável pelo planejamento das matérias relativas à logística e à infraestrutura da Corporação;

52. Se um oficial da PMTO cometer transgressão disciplinar, será competente para demiti-lo:   

A) Corregedor-geral

B) governo do estado.

C) comandante geral.

D) chefe do Estado Maior.

E) secretário-chefe da Casa Militar.

Resposta: B. Nos termos do Art. 40, § 1º, inciso I, da Lei nº 2.578/12.

Art. 40. São competentes para instaurar ou determinar a instauração de sindicância, e aplicar as sanções disciplinares, as seguintes autoridades:

I - o Chefe do Poder Executivo, em relação a todos os integrantes das Corporações Militares Estaduais, as sanções previstas nesta Lei.

53. Suponha que, na PMTO, Tatiana seja oficial da reserva remunerada; Luciano, praça reformado; Mateus, oficial da ativa; e Larissa, segundo sargento da ativa. Nessa situação, do ponto de vista da ética e da disciplina militares, estará (ão) sujeitos a Conselho de Justificação:    

A) Tatiana, Luciano, Mateus e Larissa. 

B) Larissa, somente. 

C) Mateus, somente.

D) Tatiana e Mateus.

E) Luciano e Larissa. 

Resposta: D. Nos termos do Art. 55, § § 1º e 2º, da Lei nº 2.578/12.

Art. 55. Os Conselhos de Justificação e de Disciplina destinam-se a avaliar, do ponto de vista da ética e da disciplina militares, a capacidade do militar estável de permanecer no serviço ativo da Corporação, assegurados o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.

§ 1º O Oficial acusado é submetido a Conselho de Justificação, e a Praça a Conselho de Disciplina.

§ 2º Aplicam-se os procedimentos dos Conselhos que se trata este artigo aos militares reformados e na reserva remunerada.

54. Considere que policiais da PMTO tenham praticado as seguintes condutas:

I – Alfredo compareceu em reunião de caráter político, sem estar de serviço;

II – Márcio faltou aos preceitos da civilidade, estando de serviço;

III – Ana deixou de punir transgressor da disciplina;

IV – Silvia não cumpriu ordem recebida.

Assinale a opção que apresenta a correta relação entre o (a) policial militar e a transgressão militar cometida.     

A) Silvia e Alfredo – leve; Márcio – média; Ana – grave.  

B) Alfredo e Márcio – leve; Ana – média; Silvia – grave. 

C) Márcio – leve; Alfredo – média; Ana e Silvia – grave.

D) Ana – leve; Silvia e Márcio – média; Alfredo – grave.

E) Ana – leve; Alfredo e Silvia – média; Márcio – grave. 

Resposta: B. Nos termos do Arts. 44, Inc. V e XI, combinado com Art. 45. Inc. II e Art. 46, Inc. VIII, tudo da Lei nº 2.578/12.

Art. 44. São transgressões de natureza leve: V - comparecer fardado em reuniões de caráter político, exceto quando em serviço.

Art. 44. São transgressões de natureza leve: XI - quando em serviço ou fardado, faltar aos preceitos da civilidade.

Art. 45 São transgressões de natureza média: II - deixar de punir o transgressor ou de comunicar a autoria da transgressão da disciplina.

Art. 46 São transgressões de natureza grave: VIII - não cumprir ordem recebida.

Logo: Alfredo e Márcio – leve; Ana – média; Silvia – grave.

55. O retorno de um policial da PMTO ao seu quadro, cessado o motivo que determinou sua agregação, ocorrerá por meio de:    

A) reversão. 

B) recondução. 

C) reintegração.

D) aproveitamento.

E) readaptação. 

Resposta: A. Nos termos do Art. 108, da Lei nº 2.578/12.

Art. 108. Reversão é o ato pelo qual o militar agregado retorna ao respectivo quadro, tão logo cesse o motivo que determinou a agregação, voltando a ocupar o lugar que lhe compete na respectiva escala numérica.

Bem pessoal. Muito obrigado pela confiança e pela convivência nesses meses e que Deus te abençoe nessa caminhada que ora se inicia, pois tenho certeza que você fez uma excelente prova e estará nas próximas fases. Fiquem com Deus e até a próxima.

 Atenciosamente

 

Prof Eduardo Galante

 


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